"Quando morreu o pai do Nazarinho já eu vendera o tambor, o bombo não. Morte mais parva! Então, o homem, embarcadiço, fartinho de penar por esses mares, gramando borrascas e aflições, dois naufrágios - e vem lerpar afogado no tanque da comadre Lucília, ainda por cima com maré baixa!"
Mário Zambujal
Histórias do Fim da Rua

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