"Meu caminho é por mim fora."

17/08/2016

Porto ⇄ Fátima

 O que restou de dois dias de viagem a Fátima, saindo cedo e chegando tarde. O que ficou pelo meio resume-se a um longo passeio de carrinha com os pais a fazerem constantes brincadeiras, muitas fotografias, momentos de oração, de reflexão e ainda de descobrimento de locais do país. Esforcei-me para recolher as mais belas fotografias dentro do que me é possível e ao pedir aos meus pais que me captassem no local visitado ora a fotografia ficava torta ora o ângulo não me favorecia de todo. Lamentável mais ainda foi a vontade da minha mãe de nos captar num enorme coração em Fátima, mas inviável, já que uma senhora se decidiu intrometer e passar a fazer parte de uma fotografia que deveria ser unicamente de mãe e filha. De qualquer dos modos, cá estamos e as fotografias foram o que restaram destes dois dias mais algumas recordações físicas e memórias abstractas. 

Interior do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, Batalha
Detalhe do exterior do Mosteiro da Batalha
Interior do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, Batalha
Fachada do Mosteiro da Batalha
Estátua de D. Nuno Álvares Pereira junto ao Mosteiro da Batalha
Santuário de Fátima
Detalhe da Basílica da Nossa Senhora do Rosário de Fátima
Vista da entrada da basílica da Santíssima Trindade
Exposição "Terra e Céu - Peregrinos e Santos de Fátima"
Capela do Santíssimo Sacramento, Fátima
Vista do Santuário de Fátima pelas costas de São João Paulo II
Detalhe de Aljustrel
Loca do Cabeço
Vista de cima do Calvário Húngaro
Igreja Paroquial de Fátima
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03/02/2016

Esperanças novas








Na cidade grande com uma companhia específica e necessária, as duas num dia de Sol. Eu deveria estar de manga curta por causa da sequência da ideia e devido ao céu azul e à sensação de dias de Verão das imagens, mas já não me recordo. Estive tão atarefada em tirar fotografias a tudo o que via que agora elas não me importam para nada e estão perdidas algures onde a minha memória também já se esqueceu. Foi uma jornada quente, porém. E guardo umas lembranças soltas desse dia, de tal forma que as ordenando podia refazer todo o caminho. Mas não seria igual e já não posso pôr-me da mesma forma como estava, porque já esqueci, pois não me retratei. Se os locais continuam os mesmos e eu posso voltar a pisa-los na mesma ordem com que na primeira vez, para que me serve ir se ao menos eu não sei como era mais nessa altura? Não posso sentir o mesmo nunca mais. Quais seriam os sapatos que teria calçado nesse dia? Será que tinha escolhido a camisola da cruz? Já não importa mais e com certeza que ninguém naquele dia terá guardado a minha imagem nos olhos. Fiquei eu com essas figuras de monumentos altos que parecem engolir-nos e vi-os dias e dias seguidos na solidão das ruas e não mais o regozijo foi o mesmo. A esperança dissipou-se rapidamente e o encanto foi-se com o passar dos primeiros tempos de modo que tudo se tornou um esforço. As horas demoram excessivamente tanto a passarem e todos os meus passos foram horríveis e trágicos, sem a consolação da quietude e dos grandes campos que dão vigor a quem os contempla. Todavia preciso de estar onde é necessário e o Inverno logo dará lugar a tempos de mais Sol novamente. Que nasçam em mim esperanças novas! 
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